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	<title>Arquivo de Economia - Notícias Sem Fronteiras</title>
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		<title>Revimo regista prejuízo de 2,8 milhões de euros em 2024 devido à crise pós-eleitoral!</title>
		<link>https://maravilhasdemoz.com/2025/08/22/revimo-regista-prejuizo-de-28-milhoes-de-euros-em-2024-devido-a-crise-pos-eleitoral/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Maravilhas31]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Aug 2025 13:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Rede Viária de Moçambique (Revimo) encerrou o ano de 2024 com perdas estimadas em 2,8 milhões de euros (211 milhões de meticais), resultado direto da onda de violência que se seguiu às eleições gerais de 9 de outubro. Segundo o relatório anual da empresa, consultado pela imprensa, várias infraestruturas sob sua concessão – incluindo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="226" data-end="451">A Rede Viária de Moçambique (Revimo) encerrou o ano de 2024 com perdas estimadas em <strong data-start="310" data-end="360">2,8 milhões de euros (211 milhões de meticais)</strong>, resultado direto da onda de violência que se seguiu às eleições gerais de 9 de outubro.</p>
<p data-start="453" data-end="739">Segundo o relatório anual da empresa, consultado pela imprensa, várias infraestruturas sob sua concessão – incluindo <strong data-start="570" data-end="638">praças de portagem, sistemas de cobrança e centros de manutenção</strong> – foram alvo de bloqueios, vandalismo e incêndios, principalmente nas províncias de Maputo e Gaza.</p>
<h2 data-start="741" data-end="767"></h2>
<h2 data-start="741" data-end="767">Impacto nas operações</h2>
<p data-start="768" data-end="1056">A instabilidade obrigou a Revimo a <strong data-start="803" data-end="861">suspender as cobranças em 13 das 16 praças de portagem</strong> sob sua gestão, devido à falta de condições de segurança. Essa decisão afetou diretamente <strong data-start="952" data-end="984">418 colaboradores da empresa</strong> e mais de <strong data-start="995" data-end="1028">1.000 trabalhadores indiretos</strong> de firmas subcontratadas.</p>
<p data-start="1058" data-end="1373">Apesar das dificuldades, a Revimo registou em 2024 um <strong data-start="1112" data-end="1155">tráfego médio diário de 76.055 veículos</strong>, número que representa um crescimento de <strong data-start="1197" data-end="1218">42,6% face a 2023</strong>. As receitas também aumentaram, alcançando uma média diária de <strong data-start="1282" data-end="1313">7,2 mil milhões de meticais</strong>, um acréscimo de <strong data-start="1331" data-end="1340">12,3%</strong> em comparação ao ano anterior.</p>
<h2 data-start="1375" data-end="1412"></h2>
<h2 data-start="1375" data-end="1412">Queda nos resultados financeiros</h2>
<p data-start="1413" data-end="1868">A empresa fechou o exercício com <strong data-start="1446" data-end="1518">lucros líquidos de 54,7 milhões de meticais (cerca de 736 mil euros)</strong>, uma redução de <strong data-start="1535" data-end="1560">65% em relação a 2023</strong>. O documento aponta como fatores principais os protestos pós-eleitorais e os eventos climáticos extremos registados no primeiro trimestre, além do aumento dos custos de manutenção. Entre os projetos em curso, destaca-se a implementação de um <strong data-start="1803" data-end="1865">plano de conservação especializado da Ponte Maputo-Katembe</strong>.</p>
<h2 data-start="1870" data-end="1901"></h2>
<h2 data-start="1870" data-end="1901">Contexto político e social</h2>
<p data-start="1902" data-end="2161">As manifestações e confrontos que se seguiram às eleições foram as mais intensas desde a introdução da democracia multipartidária em 1994. Muitos cidadãos contestaram os resultados oficiais, não reconhecidos pelo candidato da oposição <strong data-start="2137" data-end="2158">Venâncio Mondlane</strong>.</p>
<p data-start="2163" data-end="2447">Entre as formas de protesto, registaram-se <strong data-start="2206" data-end="2244">boicotes ao pagamento de portagens</strong>, destruição de cabines e ataques a infraestruturas rodoviárias em várias regiões. O país viveu meses de tensão, com relatos de <strong data-start="2372" data-end="2444">saques, destruição de bens públicos e privados e cerca de 400 mortes</strong>.</p>
<p data-start="2449" data-end="2702">Somente em março de 2025 houve um primeiro encontro entre o Presidente da República e Venâncio Mondlane, em Maputo, para discutir medidas de pacificação. Um segundo encontro ocorreu em maio, reforçando o compromisso de estabilizar a situação nacional.</p>
<h2 data-start="2704" data-end="2738"></h2>
<h2 data-start="2704" data-end="2738">Estradas sob gestão da Revimo</h2>
<p data-start="2739" data-end="2842">Atualmente, a Revimo é responsável pela gestão de mais de <strong data-start="2797" data-end="2828">670 quilómetros de estradas</strong>, incluindo:</p>
<ul data-start="2844" data-end="3179">
<li data-start="2844" data-end="2881">
<p data-start="2846" data-end="2881"><strong data-start="2846" data-end="2872">N6 (Beira–Machipanda):</strong> 287 km</p>
</li>
<li data-start="2882" data-end="2917">
<p data-start="2884" data-end="2917"><strong data-start="2884" data-end="2907">Circular de Maputo:</strong> 71,4 km</p>
</li>
<li data-start="2918" data-end="2959">
<p data-start="2920" data-end="2959"><strong data-start="2920" data-end="2951">R804 (Marracuene–Macaneta):</strong> 12 km</p>
</li>
<li data-start="2960" data-end="3053">
<p data-start="2962" data-end="3053"><strong data-start="2962" data-end="3044">Ponte Maputo-KaTembe e ligações até Ponta do Ouro, Zitundo e Bela Vista-Boane:</strong> 187 km</p>
</li>
<li data-start="3054" data-end="3099">
<p data-start="3056" data-end="3099"><strong data-start="3056" data-end="3089">R453 (Macia–Praia de Bilene):</strong> 38,5 km</p>
</li>
<li data-start="3100" data-end="3136">
<p data-start="3102" data-end="3136"><strong data-start="3102" data-end="3126">N101 (Macia–Chokwé):</strong> 61,7 km</p>
</li>
<li data-start="3137" data-end="3179">
<p data-start="3139" data-end="3179"><strong data-start="3139" data-end="3169">R448 (Chokwé–Macarretane):</strong> 21,8 km</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3181" data-end="3456">A estrutura acionista da Revimo é composta maioritariamente pelo <strong data-start="3246" data-end="3289">Fundo de Estradas de Moçambique (68,7%)</strong>, enquanto o <strong data-start="3302" data-end="3355">Fundo de Pensões do Banco de Moçambique (Kuhanha)</strong> e o <strong data-start="3360" data-end="3409">Instituto Nacional de Segurança Social (INSS)</strong> detêm, cada um, <strong data-start="3426" data-end="3435">14,7%</strong> das participações.</p>
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		<title>Moçambique: PGR apreende hotéis, escritórios e bens milionários em 2024!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maravilhas31]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Aug 2025 05:20:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ApreensãoDeBens]]></category>
		<category><![CDATA[#EconomiaAzul]]></category>
		<category><![CDATA[#Moçambique]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Moçambique: PGR apreende hotéis, escritórios e outros bens em operações de 2024 A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique confiscou, em 2024, dois hotéis, 21 escritórios e lojas, 17 residências, armazéns, duas mesquitas, uma escola, uma clínica e um restaurante. As apreensões aconteceram nas cidades de Nampula e Nacala, no norte do país, e na [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="559" data-end="644"><strong data-start="559" data-end="642">Moçambique: PGR apreende hotéis, escritórios e outros bens em operações de 2024</strong></p>
<p data-start="646" data-end="952">A Procuradoria-Geral da República (PGR) de Moçambique confiscou, em 2024, <strong data-start="720" data-end="843">dois hotéis, 21 escritórios e lojas, 17 residências, armazéns, duas mesquitas, uma escola, uma clínica e um restaurante</strong>. As apreensões aconteceram nas cidades de <strong data-start="886" data-end="906">Nampula e Nacala</strong>, no norte do país, e na capital <strong data-start="939" data-end="949">Maputo</strong>.</p>
<p data-start="954" data-end="1209">A informação foi anunciada em conferência de imprensa pelo <strong data-start="1013" data-end="1070">porta-voz do Conselho de Ministros, Inocêncio Impissa</strong>, após a 27.ª sessão ordinária do órgão. O balanço integra o relatório anual sobre as atividades de gestão de ativos conduzidas pela PGR.</p>
<p data-start="1211" data-end="1424">Segundo Impissa, os bens foram apreendidos por meio da atuação conjunta do <strong data-start="1286" data-end="1339">Gabinete Central de Recuperação de Activos (GCRA)</strong> e do <strong data-start="1345" data-end="1384">Gabinete de Gestão de Activos (GGA)</strong> do Ministério da Economia e Finanças.</p>
<p data-start="1426" data-end="1692">O GCRA é responsável por <strong data-start="1451" data-end="1508">preservar, proteger e administrar os bens recuperados</strong> para o Estado, podendo determinar sua venda, capitalização, utilização em serviços públicos ou destruição. Também atua na avaliação e registo oficial de todos os ativos apreendidos.</p>
<h3 data-start="1694" data-end="1748"><strong data-start="1698" data-end="1748">Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul</strong></h3>
<p data-start="1749" data-end="2039">Na mesma sessão, o governo nomeou <strong data-start="1783" data-end="1806">Oswaldo Petersburgo</strong> como presidente do Conselho de Administração do <strong data-start="1855" data-end="1911">Fundo de Desenvolvimento da Economia Azul (Pro-Azul)</strong>. A escolha ocorre após a aprovação, em julho de 2024, da <strong data-start="1969" data-end="2036">Estratégia de Desenvolvimento da Economia Azul (EDEA) 2024-2033</strong>.</p>
<p data-start="2041" data-end="2220">O plano estratégico busca <strong data-start="2067" data-end="2154">explorar de forma sustentável os recursos marinhos, costeiros e de águas interiores</strong>, garantindo benefícios para a economia e preservação ambiental.</p>
<p data-start="2222" data-end="2273">A EDEA está estruturada em seis eixos principais:</p>
<ol data-start="2274" data-end="2520">
<li data-start="2274" data-end="2298">
<p data-start="2277" data-end="2298">Pesca e aquicultura</p>
</li>
<li data-start="2299" data-end="2353">
<p data-start="2302" data-end="2353">Energias renováveis e indústria extrativa marinha</p>
</li>
<li data-start="2354" data-end="2409">
<p data-start="2357" data-end="2409">Capital natural, meio ambiente e economia circular</p>
</li>
<li data-start="2410" data-end="2432">
<p data-start="2413" data-end="2432">Turismo e cultura</p>
</li>
<li data-start="2433" data-end="2496">
<p data-start="2436" data-end="2496">Transporte marítimo e infraestrutura portuária e logística</p>
</li>
<li data-start="2497" data-end="2520">
<p data-start="2500" data-end="2520">Segurança marítima</p>
</li>
</ol>
<p data-start="2522" data-end="2670">O documento também aborda <strong data-start="2548" data-end="2667">mudanças climáticas, promoção da biodiversidade, transição energética, gestão de riscos de desastres e silvicultura</strong>.</p>
<h3 data-start="2672" data-end="2736"><strong data-start="2676" data-end="2736">Novas nomeações no setor de transportes e infraestrutura</strong></h3>
<p data-start="2737" data-end="2970">Além das ações da PGR e da EDEA, o governo designou <strong data-start="2789" data-end="2805">Paulo Fumane</strong> como diretor-geral da <strong data-start="2828" data-end="2866">Administração Nacional de Estradas</strong> e <strong data-start="2869" data-end="2888">Fernando Andela</strong> como diretor-geral da <strong data-start="2911" data-end="2967">Agência Metropolitana de Transportes de Maputo (AMT)</strong>.</p>
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		<title>Moçambique: Prejuízos de 53,5 milhões de euros na LAM obrigaram Estado a injectar 13,7 milhões de euros em 2023</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maravilhas31]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 14:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os prejuízos da LAM Linhas Aéreas de Moçambique dispararam para 3,977 mil milhões de meticais (62,1 milhões de euros) em 2023, obrigando o Estado a injectar mil milhões de meticais (15,6 milhões de euros) e a emitir uma carta de conforto em 2024. A Companhia Aérea de Moçambique (LAM), que não divulgou publicamente as suas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span>Os prejuízos da LAM Linhas Aéreas de Moçambique dispararam para 3,977 mil milhões de meticais (62,1 milhões de euros) em 2023, obrigando o Estado a injectar mil milhões de meticais (15,6 milhões de euros) e a emitir uma carta de conforto em 2024.</span></p>
<p><span>A Companhia Aérea de Moçambique (LAM), que não divulgou publicamente as suas contas, registou prejuízos de 448,6 milhões de meticais (7 milhões de euros) em 2022, que dispararam no ano seguinte, de acordo com as mais recentes demonstrações financeiras disponíveis, a que a Lusa teve hoje acesso.</span></p>
<p><span>A companhia aérea moçambicana enfrenta problemas operacionais há vários anos, relacionados à frota reduzida e à falta de investimento, com uma série de incidentes não fatais atribuídos por especialistas à má manutenção das aeronaves. Atualmente, a empresa passa por um grande processo de reestruturação.</span></p>
<p><span>Apesar dos prejuízos acumulados naquele ano, quando a companhia aérea estatal era gerida pela sul-africana Fly Modern Ark (FMA), as vendas de serviços da LAM cresceram 4% em 2023 em comparação com o ano anterior, atingindo 8,813 mil milhões de meticais (118,7 milhões de euros), segundo o relatório.</span></p>
<p><span>O documento afirma que a LAM “obteve o compromisso” do acionista majoritário “de disponibilizar os recursos necessários” para que a empresa possa “cumprir com as suas obrigações e compromissos” perante terceiros, através de carta-conforto datada de 7 de outubro de 2024, emitida pelo Instituto de Gestão de Participações Estatais (Igepe).</span></p>
<p><span>“Além disso, entende que, em 2024, com um orçamento rigoroso e realista, tanto com o apoio dos acionistas quanto com medidas internas e externas, terá, no mínimo, liquidez suficiente para cumprir com seus compromissos”, previu a administração no relatório.</span></p>
<p><span>O documento acrescenta que, então, “atendendo ao prejuízo registado” no exercício fiscal “de 2023 e em anos anteriores”, e porque a empresa encerrou as contas desse ano com capitais próprios negativos de 19,67 mil milhões de meticais (291,4 milhões de dólares/265 milhões de euros), contra 16,765 mil milhões de meticais (307,5 milhões de dólares/225,8 milhões de euros) em 2022, e o activo circulante “era inferior ao passivo circulante” no valor aproximado de 18,641 mil milhões de meticais (281,4 milhões de dólares/251 milhões de euros), a continuidade da existência da transportadora estava em causa.</span></p>
<p><span>“Ciente desta situação, o conselho de administração apelou, através de diversas apresentações aos acionistas sobre a situação da empresa, e propôs medidas, umas de curto prazo e outras estratégicas, para manter a sustentabilidade da empresa”, lê-se no relatório, acrescentando que no ano fiscal findo em 31 de dezembro de 2023, o Estado “efetuou pagamentos suplementares acumulados no montante de 1.017.393.669 meticais [13,7 milhões de euros]”.</span></p>
<p><span>O Presidente de Moçambique, Daniel Chapo, afirmou a 28 de abril que existem “raposas e corruptos” dentro da LAM, com “conflitos de interesses” que impediram a reestruturação da empresa nos primeiros 100 dias de governação, incluindo a meta de adquirir três aeronaves nesse período.</span></p>
<p><span>A crise levou a empresa a praticamente cessar os voos internacionais este ano, concentrando-se nos voos domésticos. A crise também levou a uma nova administração em maio e à entrada da Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), dos Portos e Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e da Empresa Moçambicana de Seguros (Emose) como acionistas.</span></p>
<p><span>Para minimizar os cancelamentos recorrentes de voos, a empresa planeja adquirir cinco aeronaves Boeing 737-700 e, enquanto aguarda essa compra, lançou uma licitação para alugar outras cinco.</span></p>
<p><span>No dia 13 de maio, o Igepe anunciou também a demissão da administração da LAM e a nomeação de uma comissão de gestão presidida por Dane Kondic, de 60 anos, com dupla nacionalidade sérvia e australiana, antigo CEO da Air Serbia e antigo presidente do conselho de administração da companhia aérea portuguesa euroAtlantic.</span></p>
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