Ter. Jan 13th, 2026

    No dia 19 de agosto, o Partido ANAMOLA realizou a sua primeira Sessão Extraordinária Executiva, um encontro marcado por momentos simbólicos e de grande significado para a jovem organização política. A cerimónia iniciou-se com a entoação do hino nacional e um minuto de silêncio em memória das vítimas da violência policial durante as manifestações contra a alegada fraude eleitoral.

    Compromisso com o povo moçambicano

    Durante a abertura, o presidente interino do ANAMOLA reafirmou o seu compromisso em servir a população e em conduzir o partido como uma força política popular, inclusiva e atenta às reais necessidades das comunidades.

    Intervenções marcantes

    O evento contou com vários discursos de personalidades ligadas ao movimento:

    • Salomão Moiane destacou que o ANAMOLA já enfrentava resistência do regime antes mesmo da sua oficialização, lembrando a importância da vigilância contra infiltrações e da manutenção de uma postura inclusiva.

    • A convidada Fátima Mimbire apelou à apresentação de propostas concretas, à rejeição do nepotismo e à consolidação do partido como um movimento de massas e instrumento de transformação social.

    • Damião Cumbane expressou a sua honra em participar e reforçou que a democracia interna será o reflexo da imagem do partido perante os cidadãos.

    • O professor Roberto Tibana classificou o encontro como um marco para a democracia, defendendo o fortalecimento do partido desde as bases e a conquista do poder autárquico como passo essencial para o poder central.

    • O pastor Marcos Chambule alertou para os riscos de perseguição política, salientando que o medo não pode impedir a luta coletiva.

    Vozes da juventude, mulheres e cultura

    A sessão contou ainda com a participação ativa de mulheres e jovens, representados por Sheila Nhessengo, Flávia Nhavote e Albertina, que reforçaram a necessidade da inclusão na construção partidária.

    O momento cultural deu um tom especial ao encontro, com apresentações de hip-hop e poesia de intervenção social, a cargo de MC Chamboco, Abdul Nariz e Galhaz Vaz Negro, demonstrando a ligação do ANAMOLA às expressões artísticas e à consciência popular.

    Um movimento nascido do povo

    Este encontro extraordinário reforçou que o ANAMOLA é um projeto político nascido do povo, para o povo e com o povo. O presidente interino encerrou a sessão agradecendo a todos os presentes e reafirmando que, apesar dos desafios, a união será a força transformadora de Moçambique.

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